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quinta-feira, 31 de março de 2011

Centenário do Nascimento de A. Lopes de Oliveira


No âmbito das Comemorações do Centenário do Nascimento de A. Lopes de Oliveira, a Biblioteca Municipal de Fafe está a realizar uma Mostra Bibliográfica, na qual se destacam os livros da autoria do aniversariante.

A mostra decorrerá de 31 de Março a 9 de Abril.

Horário:
Segunda-feira - 14h30-18h30
Terça a Sexta-feira - 10h00 - 18h30
Sábado - 10h00 - 13h00

Site de A. Lopes de Oliveira
http://www.wix.com/vidaeobra/americolopesdeoliveira

terça-feira, 18 de janeiro de 2011





No dia 22 de Janeiro (sábado ) pelas 21h30 vai decorrer no Teatro-Cinema de Fafe o lançamento do livro "Fafe – Estudos de História Contemporânea”, da autoria de Daniel Bastos. A apresentação da obra está a cargo da Drª Iva Delgado, Presidente da Fundação Humberto Delgado, e autora do prefácio da obra.

A obra, com cerca de 400 páginas, tem a chancela da Editora Labirinto e "...aborda numa perspectiva política, económica e social a transição da Monarquia para a República em Fafe, a História da I República no concelho de Fafe, a participação de soldados locais na I Guerra Mundial, o impacto das Eleições Presidenciais de 1949 e 1958 em Fafe, o período do Estado Novo no concelho de Fafe, a transição para o regime democrático, a formação dos partidos políticos em Fafe, e as primeiras eleições autárquicas democráticas concelhias." 1

A apresentação será antecedida por um prelúdio musical pelo compositor e intérprete Nelson de Quinhones.

A NÃO ESQUECER

ACTIVIDADE: Lançamento do livro

LOCAL: Teatro-Cinema de Fafe
DATA: 22 de Janeiro de 2011 (Sábado)
HORA: 21h30

TÍTULO: Fafe - Estudos de História Contemporânea
AUTOR: Daniel Bastos





1 Palavras do autor do livro

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Lançamento do livro "Ave sem asas"



A Câmara Municipal de Fafe promove este sábado à tarde, 11 de Dezembro, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal, a apresentação da obra de estreia poética de Ana Martins, com o título Ave sem Asas.

A apresentação da obra poética está a cargo da também autora da nota introdutória, Maria José Areal.

Para mais informações sobre a autora clique AQUI.


A NÃO ESQUECER:

Título: Ave sem asas
Autora: Ana Martins
Local: Biblioteca Municipal de Fafe
Data: 11de Dezembro de 2010
Hora: 16h00

APAREÇA!

sábado, 20 de novembro de 2010

Novo livro de Gonçalo M. Tavares


Título: Uma viagem à Índia
PVP: 25,00 Euros
Páginas: 480
ISBN: 97897222121309
Editora: Caminho


Opinião pública:

«Uma Viagem à Índia é um livro que vai marcar com certeza, não apenas a História da Literatura Portuguesa mas provavelmente a cultura europeia» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/2010).

«Este é um livro a muitos títulos surpreendente. Não pelo ineditismo ou pela novidade das peripécias, não por aspectos empolgantes da acção, mas, desde logo, pela maneira como, nele, caleidoscopicamente tudo se eleva à dignidade de literatura enquanto meio para retratar, talvez dizendo melhor, radiografar a condição humana.» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/10).

«Uma Viagem à Índia, com consciência aguda da sua ficcionalidade, navega e vive entre os ecos de mil textos-objectos do nosso imaginário de leitores. Como são todos os grandes livros, e este é um deles.» (Eduardo Lourenço, prefácio à obra)

«É um livro cheio de fantasmas, fantasmas dos Lusíadas, fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma antiepopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos». (Vasco Graça Moura, «A Torto e a Direito», TVI24, 6/11/10)

«Uma obra que o confirma como uma voz absolutamente singular da actual literatura portuguesa. […] Em quase uma década de publicação, Gonçalo M. Tavares, 40 anos, afirmou-se como um «senhor» da literatura. Ousou agora seguir o canto de Camões em Os Lusíadas, mas para narrar a odisseia de um homem simples nos tempos que correm. Uma Viagem à Índia, que acaba de publicar e que Eduardo Lourenço considera uma «navegação de alma pós-moderna», é uma verdadeira epopeia «mental». (Luís Ricardo Duarte e Maria Leonor Nunes, JL, 20/11/10)

«Um texto que se faz a si próprio à medida que avança, desprezador dos códigos literários instituídos, dotado de uma filosofia do corpo […]. Livro absolutamente inolvidável por mais anos que se viva. Ou, de outro modo, um livro para a eternidade.» (Miguel Real, JL, 20/10/10)

«Volume com uma ambição literária ímpar.» (Visão, 11/11/10)

«Sob a forma de uma moderna epopeia (o que nem sempre coincide com uma anti-epopeia), ele é simultaneamente – e essa é uma das razões da sua grandeza – uma figuração interpretativa da época e uma teoria da forma do romance num mundo em que a realidade só fornece a esse género literário e à arte em geral, um terreno desfavorável, de tal modo que o problema central do romance é o fim das formas totais e acabadas. […] [Situamos Bloom na distinta família de que fazem parte o último homem de Nietzsche, o Monsieur Teste de Valéry, o Plume de Michaux, o Bernardo Soares, o Bartleby de Melville […] Mais do que uma personagem, é um princípio irradiante, nome da bloomificação do mundo. É a excelentíssima figura de um péssimo histórico, cultural e antropológico.» (António Guerreiro, Expresso, 6/11/10)

«Uma Viagem à Índia é o momento mais ambicioso de uma obra pessimista que não abdica da memória e da exigência.» (Pedro Mexia, Público, «Ípsilon», 29/10/10)






FONTES: Caminho, Gonçalo M. Tavares

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Prémio Nobel da Literatura 2010 atribuído a Mario Vargas Llosa



Este ano o Prémio Nobel da Literatura foi atribuído a Mario Vargas Llosa como foi anunciado ontem pelo presidente da Academia Sueca, Peter Englund. Vargas Llosa é o 103º Nobel da Literatura e vai receber 10 milhões de coroas suecas (ca. de 1 milhão de euros).


BIOGRAFIA

Jorge Mario Pedro Vargas Llosa nasceu na cidade peruana de Arequipa a 28 de Março de 1936 e foi criado pelos seus avós maternos, primeiro na Bolívia, onde o avô era cônsul, e depois em Piura, no Peru, que evoca nas novelas recolhidas em Os Chefes (1959) e no romance A Casa Verde (1966).

Já adolescente, voltou a viver com os pais e estudou num colégio militar, experiência que descreve em A Cidade e os Cães (1963).

Em 1953, matricula-se na Universidade de San Marcos, em Lima, onde estuda Direito e Literatura. São os anos em que se aproxima dos círculos marxistas de oposição à ditadura do general Odría, pano de fundo daquela que é, possivelmente, a sua obra-prima: Conversa na Catedral (1969).

Em 1955, aos 19 anos, casa-se com uma tia que se divorciara de um irmão da sua mãe, e que era dez anos mais velha do que ele, Julia Urquidi, evocada em Tia Júlia e o Escrevedor (1977). O casamento custou-lhe o repúdio da família e, para sobreviver, teve múltiplos empregos: trabalhou em livrarias, escreveu para jornais e chegou mesmo a ser pago para catalogar nomes inscritos nas lápides de um cemitério protestante.

Em 1964, divorciou-se de Julia e casou-se com uma prima, Patricia Llosa, de quem tem três filhos.

Em 1967, o seu romance A Casa Verde venceu o prémio Rómulo Gallegos, a primeira das muitas distinções que veio a receber e que incluem o Prémio Cervantes, em 1994.

Retomado o percurso académico, doutorou-se com uma tese sobre García Marquez, editada em 1971. Mas, pouco depois, cortaria relações com o escritor colombiano. É uma das mais célebres zangas dos meios literários, embora haja indícios recentes de reconciliação. Vargas Llosa aceitou escrever o prefácio de uma nova edição de Cem Anos de Solidão.

O escritor radicou-se em Espanha após a sua derrota nas presidenciais peruanas de 1990 - acumula desde 1993 as nacionalidades peruana e espanhola.


BIBLIOGRAFIA
Ficção
Os Chefes (1959)
A cidade e os cachorros ("La ciudad y los perros") (1963)
A casa verde (1966) (Premio Rómulo Gallegos)
Conversa na catedral (1969)
Pantaleão e as visitadoras (1973)
Tia Júlia e o escrevinhador (1977)
A Guerra do Fim do Mundo (1981)
Historia de Mayta (1984)
Quem matou Palomino Molero? (1986)
O falador (1987)
Elogio da madrasta (1988)
Lituma nos Andes (1993). Premio Planeta
Os cadernos de Dom Rigoberto (1997)
A festa do bode (2000) - novela sobre a ditadura do general da República Dominicana, Rafael Leónidas Trujillo
O Paraíso na Outra Esquina (2003) - novela histórica sobre Paul Gauguin y Flora Tristán.
Travessuras da Menina Má (2006)

Teatro
A menina de Tacna (1981)
Kathie e o hipopótamo (1983)
La Chunga (1986)
El loco de los balcones (1993)
Olhos bonitos, quadros feios(1996)

Ensaio
García Márquez: historia de un deicidio (1971)
Historia secreta de una novela (1971)
La orgía perpetua: Flaubert y «Madame Bovary» (1975)
Contra viento y marea. Volúmen I (1962-1982) (1983)
Contra viento y marea. Volumen II (1972-1983) (1986)
La verdad de las mentiras: Ensayos sobre la novela moderna (1990)
Contra viento y marea. Volumen III (1964-1988) (1990)
Carta de batalla por Tirant lo Blanc (1991)
Desafíos a la libertad (1994)
La utopía arcaica. José María Arguedas y las ficciones del indigenismo (1996)
Cartas a un novelista (1997)
El lenguaje de la pasión (2001)
La tentación de lo imposible (2004) - ensayo


FONTE TEXTO:
FONTE IMAGEM: Clique AQUI

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Site sobre o escritor e jornalista A. Lopes de Oliveira

Depois de uma longa ausência, pela qual se pede desculpa, retoma-se a postagem regular no blogue.

Neste post pretende-se divulgar um site criado no âmbito do Estágio Profissional, da Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação, da Escola Superior de Estudos Industriais e Gestão (Vila do Conde) - Instituto Politécnico do Porto,

O site foi criado para divulgação do Espólio A. Lopes de Oliveira, onde é possível consultar conteúdos como a Biografia e Bibliografia de A. Lopes, galeria de fotografias, notícias, entre outros.

Pode aceder ao site clicando aqui

Espero que gostem!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Morreu Rosa Lobato de Faria - A cultura portuguesa está mais pobre...

Rosa Lobato de Faria
1932-2010
"Mulher de letras versátil, que tanto escrevia romances como letras de canções, Rosa Lobato de Faria, morreu hoje, na sequência de uma anemia grave. A escritora sofria de complicações do aparelho digestivo e estava internada há uma semana numa unidade de saúde privada, em Lisboa.

Nascida a 20 de Abril de 1932, filha de um oficial da Marinha, era viúva do editor Joaquim Figueiredo Magalhães, fundador da Ulisseia, desaparecido em Novembro de 2008. Escritora tardia, estreou-se na década de 80 como poeta (a sua obra lírica está reunida no volume "Poemas Escolhidos e Dispersos", de 1997).

Em 1995, aos 63 anos, publicou o seu primeiro romance: "O Pranto de Lúcifer". Seguiram-se muitos outros, a um ritmo quase anual: "Os Pássaros de Seda" (1996), "Os Três Casamentos de Camilla S." (1997), "Romance de Cordélia" (1998), "O Prenúncio das Águas" (1999), "A Trança de Inês" (2001), "O Sétimo Véu" (2003), "Os Linhos da Avó" (2004), "A Flor do Sal" (2005) e "A Alma Trocada" (2007), todos com chancela das Edições ASA.

Em 2008, acompanhando o editor Manuel Alberto Valente, mudou-se para a Porto Editora, onde publicou o seu último romance: "As Esquinas do Tempo".

Como letrista, Rosa Lobato Faria assinou centenas de versos para canções de música ligeira e igualou José Carlos Ary dos Santos no número de vitórias conseguidas no Festival RTP da Canção: quatro. Todas na década de 90: "Amor de Água Fresca" (1992); "Chamar a Música" (1994); "Baunilha e Chocolate" (1995); e "Antes do Adeus" (1997).

Destacou-se ainda como actriz. Primeiro na televisão, em programas de humor e telenovelas. Depois no cinema, dirigida por João Botelho ("Tráfico" e "A Mulher que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América"), Monique Rutler ("Jogo de Mão") e Lauro António ("Paisagem sem Barcos" e "O Vestido Cor de Fogo")."

FONTE: Jornal Expresso. [Em linha]. Disponível na www: http://aeiou.expresso.pt/morreu-aos-77-anos-a-escritora-rosa-lobato-de-faria=f561497>