quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Feira do Livro de Natal
A Biblioteca Municipal de Fafe está a promover a Feira do Livro de Natal. "Este Natal ofereça um presente especial" é o slogan adoptado pela biblioteca para atrair a população à feira do livro.
Quem visita a feira encontra livros para todas as idades e dos mais variados temas, como por exemplo: literatura, história, culinária, arte.
A feira vai estar aberta ao público até ao dia 30 de Dezembro de 2010, no horário da biblioteca.
Se ainda não comprou os presentes todos, aproveite esta opotunidade para "...oferecer um presente especial".
A NÃO ESQUECER:
FEIRA DO LIVRO DE NATAL
LOCAL: Biblioteca Municipal de Fafe
ENCERRAMENTO: 30 de Dezembro 2010
HORÁRIO:
Segunda - 14h00-18h30
Terça a Sexta - 10h00-18h30
Sábado - 10h00-13h00
HORÁRIO (20 a 30 de Dezembro):
Segunda a Sexta: 9h00-12h30 / 14h00-17h30
Sábado: Encerrada
Quem visita a feira encontra livros para todas as idades e dos mais variados temas, como por exemplo: literatura, história, culinária, arte.
A feira vai estar aberta ao público até ao dia 30 de Dezembro de 2010, no horário da biblioteca.
Se ainda não comprou os presentes todos, aproveite esta opotunidade para "...oferecer um presente especial".
A NÃO ESQUECER:
FEIRA DO LIVRO DE NATAL
LOCAL: Biblioteca Municipal de Fafe
ENCERRAMENTO: 30 de Dezembro 2010
HORÁRIO:
Segunda - 14h00-18h30
Terça a Sexta - 10h00-18h30
Sábado - 10h00-13h00
HORÁRIO (20 a 30 de Dezembro):
Segunda a Sexta: 9h00-12h30 / 14h00-17h30
Sábado: Encerrada
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Biblioteca Pública de Évora disponibiliza obras na Europeana


Através do projecto EuropeanaLocal Portugal, a Biblioteca Pública de Évora e Biblioteca Digital do Alentejo disponibilizam 312 obras digalizadas na Europeana - Biblioteca Digital Europeia.
As obras estão relacionadas com a região do Alentejo ou são produzidas por autores alentejanos, na sua maioria são obras do século XIX referentes "à história local, arqueologia, etnografia, economia, bem como algumas obras literárias."
FONTE: Intencidade
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Apresentação do romance "Homem só"
A editora Labirinto convida-o a passar pela Livraria Bulhosa de Campo de Ourique (Rua Tomás de Anunciação 68 B - Lisboa), no próximo sábado, 11 de Dezembro, às 16h00, para a apresentação do livro Homem só, da autora Maria do Rio.
A apresentação do livro será da responsabilidade de Celina Rodrigues e Ana Brás.
A apresentação do livro será da responsabilidade de Celina Rodrigues e Ana Brás.
A não esquecer:
Título: Homem só
Autor: Maria do Rio
Local: Livraria Bulhosa de Campo de Ourique (Rua Tomás de Anunciação 68 B - Lisboa)
Data: 11 de Dezembro de 2010
Hora: 16h00
APAREÇA
Lançamento do livro "Ave sem asas"

A Câmara Municipal de Fafe promove este sábado à tarde, 11 de Dezembro, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal, a apresentação da obra de estreia poética de Ana Martins, com o título Ave sem Asas.
A apresentação da obra poética está a cargo da também autora da nota introdutória, Maria José Areal.
Para mais informações sobre a autora clique AQUI.
A NÃO ESQUECER:
Título: Ave sem asas
Autora: Ana Martins
Local: Biblioteca Municipal de Fafe
Data: 11de Dezembro de 2010
Hora: 16h00
APAREÇA!
sábado, 20 de novembro de 2010
Novo livro de Gonçalo M. Tavares

Título: Uma viagem à Índia
PVP: 25,00 Euros
Páginas: 480
ISBN: 97897222121309
Editora: Caminho
Opinião pública:
«Uma Viagem à Índia é um livro que vai marcar com certeza, não apenas a História da Literatura Portuguesa mas provavelmente a cultura europeia» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/2010).
«Este é um livro a muitos títulos surpreendente. Não pelo ineditismo ou pela novidade das peripécias, não por aspectos empolgantes da acção, mas, desde logo, pela maneira como, nele, caleidoscopicamente tudo se eleva à dignidade de literatura enquanto meio para retratar, talvez dizendo melhor, radiografar a condição humana.» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/10).
«Uma Viagem à Índia, com consciência aguda da sua ficcionalidade, navega e vive entre os ecos de mil textos-objectos do nosso imaginário de leitores. Como são todos os grandes livros, e este é um deles.» (Eduardo Lourenço, prefácio à obra)
«É um livro cheio de fantasmas, fantasmas dos Lusíadas, fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma antiepopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos». (Vasco Graça Moura, «A Torto e a Direito», TVI24, 6/11/10)
«Uma obra que o confirma como uma voz absolutamente singular da actual literatura portuguesa. […] Em quase uma década de publicação, Gonçalo M. Tavares, 40 anos, afirmou-se como um «senhor» da literatura. Ousou agora seguir o canto de Camões em Os Lusíadas, mas para narrar a odisseia de um homem simples nos tempos que correm. Uma Viagem à Índia, que acaba de publicar e que Eduardo Lourenço considera uma «navegação de alma pós-moderna», é uma verdadeira epopeia «mental». (Luís Ricardo Duarte e Maria Leonor Nunes, JL, 20/11/10)
«Um texto que se faz a si próprio à medida que avança, desprezador dos códigos literários instituídos, dotado de uma filosofia do corpo […]. Livro absolutamente inolvidável por mais anos que se viva. Ou, de outro modo, um livro para a eternidade.» (Miguel Real, JL, 20/10/10)
«Volume com uma ambição literária ímpar.» (Visão, 11/11/10)
«Sob a forma de uma moderna epopeia (o que nem sempre coincide com uma anti-epopeia), ele é simultaneamente – e essa é uma das razões da sua grandeza – uma figuração interpretativa da época e uma teoria da forma do romance num mundo em que a realidade só fornece a esse género literário e à arte em geral, um terreno desfavorável, de tal modo que o problema central do romance é o fim das formas totais e acabadas. […] [Situamos Bloom na distinta família de que fazem parte o último homem de Nietzsche, o Monsieur Teste de Valéry, o Plume de Michaux, o Bernardo Soares, o Bartleby de Melville […] Mais do que uma personagem, é um princípio irradiante, nome da bloomificação do mundo. É a excelentíssima figura de um péssimo histórico, cultural e antropológico.» (António Guerreiro, Expresso, 6/11/10)
«Uma Viagem à Índia é o momento mais ambicioso de uma obra pessimista que não abdica da memória e da exigência.» (Pedro Mexia, Público, «Ípsilon», 29/10/10)
FONTES: Caminho, Gonçalo M. Tavares
PVP: 25,00 Euros
Páginas: 480
ISBN: 97897222121309
Editora: Caminho
Opinião pública:
«Uma Viagem à Índia é um livro que vai marcar com certeza, não apenas a História da Literatura Portuguesa mas provavelmente a cultura europeia» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/2010).
«Este é um livro a muitos títulos surpreendente. Não pelo ineditismo ou pela novidade das peripécias, não por aspectos empolgantes da acção, mas, desde logo, pela maneira como, nele, caleidoscopicamente tudo se eleva à dignidade de literatura enquanto meio para retratar, talvez dizendo melhor, radiografar a condição humana.» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/10).
«Uma Viagem à Índia, com consciência aguda da sua ficcionalidade, navega e vive entre os ecos de mil textos-objectos do nosso imaginário de leitores. Como são todos os grandes livros, e este é um deles.» (Eduardo Lourenço, prefácio à obra)
«É um livro cheio de fantasmas, fantasmas dos Lusíadas, fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma antiepopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos». (Vasco Graça Moura, «A Torto e a Direito», TVI24, 6/11/10)
«Uma obra que o confirma como uma voz absolutamente singular da actual literatura portuguesa. […] Em quase uma década de publicação, Gonçalo M. Tavares, 40 anos, afirmou-se como um «senhor» da literatura. Ousou agora seguir o canto de Camões em Os Lusíadas, mas para narrar a odisseia de um homem simples nos tempos que correm. Uma Viagem à Índia, que acaba de publicar e que Eduardo Lourenço considera uma «navegação de alma pós-moderna», é uma verdadeira epopeia «mental». (Luís Ricardo Duarte e Maria Leonor Nunes, JL, 20/11/10)
«Um texto que se faz a si próprio à medida que avança, desprezador dos códigos literários instituídos, dotado de uma filosofia do corpo […]. Livro absolutamente inolvidável por mais anos que se viva. Ou, de outro modo, um livro para a eternidade.» (Miguel Real, JL, 20/10/10)
«Volume com uma ambição literária ímpar.» (Visão, 11/11/10)
«Sob a forma de uma moderna epopeia (o que nem sempre coincide com uma anti-epopeia), ele é simultaneamente – e essa é uma das razões da sua grandeza – uma figuração interpretativa da época e uma teoria da forma do romance num mundo em que a realidade só fornece a esse género literário e à arte em geral, um terreno desfavorável, de tal modo que o problema central do romance é o fim das formas totais e acabadas. […] [Situamos Bloom na distinta família de que fazem parte o último homem de Nietzsche, o Monsieur Teste de Valéry, o Plume de Michaux, o Bernardo Soares, o Bartleby de Melville […] Mais do que uma personagem, é um princípio irradiante, nome da bloomificação do mundo. É a excelentíssima figura de um péssimo histórico, cultural e antropológico.» (António Guerreiro, Expresso, 6/11/10)
«Uma Viagem à Índia é o momento mais ambicioso de uma obra pessimista que não abdica da memória e da exigência.» (Pedro Mexia, Público, «Ípsilon», 29/10/10)
FONTES: Caminho, Gonçalo M. Tavares
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